Constituída por educadores de infância, enfermeiros, médicos de família e pediatras, assistentes sociais, psicólogos, terapeutas, entre outros profissionais, esta equipa multidisciplinar “irá utilizar aquele polo, duas vezes por semana, para prestar apoio a crianças até aos seis anos, com alterações ou em risco de apresentarem alterações nas estruturas ou funções do corpo, bem como às suas famílias”.
O objetivo passa por “garantir a participação e inclusão social atual e futura destas crianças”, revela a junta de freguesia em comunicado.
Gabriel Martins, diretor executivo do ACES Douro 1 – Marão Douro Norte, considera que “a cedência deste espaço vai permitir melhores condições para o desenvolvimento da atividade desta equipa multidisciplinar, que aqui também encontra um espaço de maior proximidade”.
Para Francisco Rocha, presidente da Junta de Freguesia de Vila Real, este protocolo “vem reforçar o papel central das autarquias locais nas questões da saúde e da sua ligação à comunidade, que ficaram ainda mais evidentes neste contexto de pandemia”.
Acrescentou ainda que “disponibilizar este espaço para esta atividade que se revela essencial no apoio a crianças, e suas famílias, com alterações de desenvolvimento é mais um contributo para robustecer o conceito de ‘motor de cidadania’, que a Freguesia de Vila Real assume com orgulho”.




