Em comunicado, o PS revela que em causa estão relatos de cooperativas vitivinícolas que, apesar de se encontrarem em pleno cumprimento dos respetivos planos homologados em Processo Especial de Revitalização (PER), estarão a ver recusado o acesso ao financiamento por instituições bancárias, designadamente pela Caixa Geral de Depósitos.
“É o caso das Caves Santa Marta, que reúne cerca de 1.100 viticultores associados e desempenha um papel relevante no escoamento e pagamento da produção de pequenos e médios produtores da região”, sustenta a nota de imprensa dos socialistas.
Para o deputado do PS, Rui Santos, subscritor da pergunta dirigida ao Governo, “é incompreensível que uma linha pública criada precisamente para assegurar meios financeiros destinados ao pagamento das uvas das campanhas de 2025 e 2026 possa ficar inacessível a cooperativas que estão em atividade e cumprem os seus planos de revitalização”.
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