Depois de ter realizado, no início de novembro do ano passado, uma recolha, a intenção passa por criar uma maior regularidade. Pretende-se, assim, realizar pelo menos duas sessões por ano, em períodos previamente definidos.
Segundo Lígia Cruz, do Regia Douro Park, a dificuldade está em encontrar datas disponíveis, uma vez que “os portugueses são muito generosos” e os calendários de recolha estão frequentemente preenchidos. Ainda assim, o objetivo é estabelecer “dois momentos fixos” ao longo do ano.
A adesão das empresas e dos trabalhadores tem sido positiva. A possibilidade de dar sangue junto ao próprio local de trabalho facilita a participação e permite conciliar a dádiva com a atividade profissional. “Numa hora conseguem dar sangue e ainda vão trabalhar”, salientou o responsável, lembrando que a primeira recolha registou uma elevada taxa de primeiras dádivas.
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