O especialista em qualidade do ar Douw G. Steyn conclui, num relatório divulgado pela associação Unidos em Defesa de Covas do Barroso (UDCB), que a avaliação da qualidade do ar realizada no âmbito do projeto da Mina do Barroso apresenta insuficiências na caracterização da situação de referência, na modelação da dispersão de partículas e no plano de monitorização previsto.
Ao longo das 11 páginas do documento, o investigador da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, considera que a campanha inicial de monitorização, realizada durante apenas 14 dias e num único ponto de medição, não é suficiente para caracterizar a qualidade do ar da zona. Defende ainda que deveriam existir várias estações de monitorização, campanhas de maior duração e uma avaliação mais aprofundada de partículas finas e de eventuais metais pesados presentes no material explorado.
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