Sábado, 3 de Dezembro de 2022
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RI 13 espera vir a receber simulador de tiro

Foi debaixo de chuva que o Regimento de Infantaria 13 (RI 13) comemorou o Dia da Unidade, sendo que a cerimónia decorreu, ainda, com algumas limitações, por força da pandemia, levando a que amigos e familiares dos militares não pudessem estar presentes.

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A chegada do comandante da Brigada de Intervenção deu início às comemorações. À sua espera estavam os cerca de 250 militares do RI 13 e também alguns ex-combatentes do Ultramar, que ali estavam para ser homenageados.

Um deles é António Paulino, que esteve em Angola entre 1970 e 1973. Já com a medalha ao peito, confessa que “já estava à espera de a receber antes da pandemia”, mas só agora foi possível, e “vim com muito gosto”.

Dos tempos em Angola tem muitas recordações, “algumas boas e outras más”, sendo o mais importante “a camaradagem”. Visivelmente emocionado, frisou que “há muito que não via uma parada militar e só me apetecia ir para o lado deles”.
Ainda que com poucos convidados, o dia serviu para homenagear o “espírito de sacrifício dos nossos antepassados”, mas também para enaltecer o trabalho feito pelo RI 13 ao longo dos tempos. “Em 2021 formamos 113 cabos, distribuídos por quatro cursos”, indicou o comandante do regimento.

O coronel Pedro Miguel Cruz aproveitou para destacar “a importância do centro de simulação e treino Pandur, que é parte integrante deste regimento, e se assume como polo privilegiado para a formação, aperfeiçoamento e treino operacional, no caso dos aprontamentos das forças destacadas”. Este é como que um ponto de partida para “recebermos um simulador de tiro”, afirma.

O comandante do RI 13 revela ainda que “em 2021 tivemos 11 cursos relativos à viatura blindada de rodas Pandur 2, 8×8, nas suas diferentes tipologias”, nos quais foram formados “144 militares, entre chefes de viatura e condutores”. Além disso, por ocasião da 17ª edição do Dia de Defesa Nacional, “recebemos nas nossas instalações 8 445 jovens”, sendo que para este ano, nos meses de maio, junho, e julho, “estão previstos 7 800”.
E porque “a segurança militar é uma prioridade”, têm vindo a ser realizadas obras de melhoria em vários edifícios do regimento, “de que é exemplo a remodelação da 4ª caserna”, estando em vista, também, “a reabilitação da carreira de tiro de Borbela”.
Sobre as obras, o Brigadeiro-General Nuno Farinha não deixou as intenções do RI 13 por mãos alheias, mostrando “total apoio e proximidade na criação das condições adequadas para o cumprimento da sua missão”.

O comandante da Brigada de Intervenção terminou destacando “o trabalho desenvolvido por esta excelente unidade”, apelando para “continuarem no caminho da eficiência, da perseverança e da vontade de bem servir”.

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