Natural de Mondim de Basto, concelho onde reside e trabalha, o candidato tem como prioridades combater a desertificação e atrair investimento.
“A desertificação cresce, os jovens partem por falta de oportunidades, os nossos idosos sentem-se abandonados e a indústria e o investimento continuam ausentes, como se não houvesse vontade política de inverter esta realidade”, disse o cabeça de lista do Chega numa carta dirigida à população e divulgada pelo partido.
Torcato Moura foi militante do CDS-PP, presidente da concelhia e candidato por este partido e cabeça de lista à Assembleia Municipal de Mondim de Basto em 2017. No entanto, revela que “hoje, encontro-me politicamente alinhado com o partido Chega, porque me revejo nos seus valores de justiça, coragem, ação e defesa dos interesses das populações esquecidas pelo poder central e local. Não me movo por ideologias, mas por causas e a causa de Mondim de Basto é, para mim, pessoal e inadiável”.
Considera que Mondim de Basto é uma terra de “gente trabalhadora, honesta e resiliente, mas cada vez mais esquecida”, adiantando que “o apoio social é insuficiente, os incentivos à natalidade são praticamente inexistentes e falta uma visão de futuro capaz de devolver esperança às famílias mondinenses”.
“Sinto, como muitos de vós, a frustração perante a passividade do atual executivo camarário, que parece resignado ao declínio do concelho. Não podemos continuar à espera que os problemas se resolvam sozinhos. É tempo de agir”, sublinhou, acrescentando que quer lutar ao lado da população do concelho “com verdade, transparência e determinação”.





