A segunda paralisação geral no país em seis meses foi convocada pela central sindical CGTP, mas com a UGT à margem da iniciativa. Ainda assim, há oito sindicatos afetos à UGT que se juntaram à greve de hoje.
Antecipada como uma “grande greve geral” pela CGTP, é esperado que a paralisação de hoje afete, principalmente, os transportes públicos, as escolas e o setor da saúde. Na região, a Autoridade de Transportes da Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega e Barroso alertou, ainda ontem, para possíveis perturbações nas suas operações, tanto no serviço do Move Chaves como no Move Alto Tâmega e Barroso.
Apesar de ainda não existirem avisos publicados nas redes sociais dos agrupamentos de escolas do concelho de Vila Real, a VTM sabe que há escolas encerradas, tendo sido os pais avisados que hoje não haveria aulas. Por exemplo, o Centro Escolar de Abade de Mouçós está fechado, sem qualquer atividade letiva ou não letiva a acontecer.
A greve geral acontece depois da a central sindical CGTP ter entregado um pré-aviso de greve geral contra as alterações à lei laboral. A paralisação dos trabalhadores é vista, pelo secretário-geral do Partido Comunista Português, Paulo Raimundo, como um sinal inequívoco que o pacote laboral proposto pelo Governo “está mais perto de ser derrotado do que de ser implementado”.




