Quarta-feira, 26 de Janeiro de 2022
© Márcia Fernandes

Uma região de contrastes cada vez maiores

No próximo dia 14 passam 20 anos sobre a classificação do Alto Douro Vinhateiro como património mundial da UNESCO. Muito mudou, houve uma clara evolução, mas é certo que o território continua a perder gente e os pequenos viticultores já não suportam as perdas constantes na produção do vinho. Há que encontrar soluções para a sustentabilidade da região.

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14 de dezembro de 2001. Data marcante para o Alto Douro Vinhateiro, que foi classificado pela UNESCO como património mundial. De lá para cá muito mudou, alguns dizem que a região “está melhor”, outros lamentam os investimentos que fizeram sem qualquer retorno.

A imagem que mais marca o Alto Douro Vinhateiro são as paisagens inebriantes, com os socalcos únicos que o homem construiu ao longo de uma geografia íngreme e que poucos arriscariam tal audácia.

Esses homens e mulheres (pequenos viticultores) veem hoje o Douro como uma terra sem oportunidades, que lhes “roubou” o pouco que tinham, que foram amealhando ao longo de uma vida dura de trabalho.

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