Sábado, 14 de Março de 2026
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Alto TâmegaVila Pouca de Aguiar será a sede do Polo Arqueológico do Alto Tâmega e Barroso

Vila Pouca de Aguiar será a sede do Polo Arqueológico do Alto Tâmega e Barroso

Foi aprovada uma candidatura no valor superior a um milhão de euros

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A Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar viu aprovada a candidatura para criação do Polo Arqueológico do Alto Tâmega e Barroso, que permitirá “centralizar, salvaguardar e valorizar o espólio arqueológico proveniente dos seis municípios da região do Alto Tâmega e Barroso: Vila Pouca de Aguiar, Boticas, Chaves, Montalegre, Ribeira de Pena e Valpaços”.

EM comunicado, a autarquia explica que o projeto “representa um investimento global de 1.081.969,53 euros, com uma comparticipação comunitária de 600 mil euros euros, no âmbito do programa Norte 2030.

O Polo Arqueológico do Alto Tâmega e Barroso será implementado no Parque Empresarial de Vila Pouca de Aguiar, localizado na freguesia de Telões, através da adaptação de um edifício que será dotado de funções técnicas, científicas e museológicas.

A presidente da Câmara de Vila Pouca de Aguiar, Ana Rita Dias, sublinha  que “é com grande orgulho e sentido de responsabilidade que assumimos o objetivo de salvaguardar a identidade regional através do legado dos nossos antepassados, que nos deixaram um património arqueológico de elevado valor, o qual pretendemos preservar, estudar e divulgar como fator de desenvolvimento do território”.

O projeto prevê a “criação de um centro técnico e científico de apoio à arqueologia regional, integrando várias valências, nomeadamente: depósito e armazenamento de espólios arqueológicos; laboratório de restauro e conservação preventiva; núcleo de inventariação e digitalização de bens patrimoniais; e um centro de investigação, mediação e difusão cultural, aberto à comunidade, às escolas e à comunidade científica”, acrescenta a nota da autarquia.

O equipamento terá ainda uma “área de receção e triagem de materiais arqueológicos, laboratórios especializados, sala de inventário e digitalização equipada com recursos informáticos adequados, áreas de reserva técnica e armazenamento, bem como gabinetes técnicos e espaços de apoio à investigação e ao funcionamento do polo arqueológico”.

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