Estamos a assistir a uma crescente dependência do automóvel. Se alguém pensou que o aumento do preço dos combustíveis ia fazer diminuir o número de carros em circulação, enganou-se, redondamente.
O uso do automóvel tornou–se indispensável, quer para o trabalho quer para o lazer, ao mesmo tempo que a comodidade do transporte próprio vicia muita gente que declara “não poder passar sem carro”! A publicidade de novos modelos, com inovações atraentes e inovadoras, faz pensar que a tendência é irreversível.
As empresas que põem à disposição dos quadros superiores um automóvel, balizam os seus critérios de escolha do modelo, pela categoria do funcionário: se é um quadro médio tem direito a um modelo, mas se é
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