Quarta-feira, 17 de Agosto de 2022

A evolução e o progresso

Os meus netos perguntaram-me há dias: “Quantos anos tens avô?” Respondi-lhes: “Nasci antes da televisão, da pílula anticoncepcional, das lentes de contacto e das fotocopiadoras. Quando tinha a vossa idade (5 anos), não havia cartões de crédito, nem ar condicionado, nem micro-ondas, nem raios laser. Na escola havia disciplina e os professores e as pessoas mais velhas eram tratados com todo o respeito, por “Senhor” e “Senhora”. “Gay” significava pessoa contente, divertida, bem-disposta. Na universidade, nunca tínhamos ouvido falar de “Mc Donalds”, nem de “Pizza Hut” e acreditávamos que comida rápida era o que comíamos quando estávamos com pressa. Quando me licenciei, em 1972, não havia cassetes, nem vídeos, nem CDs, nem DVDs, nem fotos automáticas. Quando terminei a especialidade, em 1979, não havia calculadoras, nem computadores, nem telemóveis, nem internet! Então, que idade acham vocês que eu tenho?” “Hii…Avô tu já deves ter mais de 200 anos!”.

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De facto, a evolução tecnológica tem sido vertiginosa. A conquista do espaço na década de 60 veio permitir, entre outras coisas, o desenvolvimento das telecomunicações a um ponto impensável até à década de 70 do século passado. Foi, assim, que surgiu o primeiro computador pessoal (PC) em 1981, a World Wibe Web Project (Internet), em 1991, e o telemóvel, em 1992. Estes extraordinários avanços modificaram por completo a vida das pessoas que hoje, com certeza, já não conseguiriam viver sem eles. Alguns exemplos da importância destes progressos: tudo hoje é informatizado, nomeadamente, ao nível do funcionamento dos estados: finanças, segurança social, saúde, justiça, educação, defesa, meios de comunicação, segurança interna e externa, etc. Uma falha

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