Vivemos tempos de grandes mexidas, no sector da saúde. Reformas do Governo, encerramento de unidades hospitalares e de centros de saúde, reestruturação dos serviços de urgência, abertura de hospitais e clínicas privadas, transferência de médicos do sector público para o sector privado, etc.
No Serviço Nacional de Saúde (SNS), particularmente nos seus hospitais, anunciam-se novos controlos de assiduidade (relógio de ponto ou semelhante), regimes de horário mais curto, novo regime de incompatibilidades com o exercício da medicina privada, aumento da produtividade, lugares dos quadros médicos fechados, novos regimes de horas extraordinárias, informatização de diversos sectores, maior controlo na prescrição de medicamentos, etc. Sem dúvida que algumas destas medidas têm a sua justificação, mas outras serão,
Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
Se já é PREMIUM, Aceda à sua conta em Entrar



