Isto é, naquele lugar existiu um acampamento militar romano, bem como “uma ocupação pré-histórica prévia”.
De acordo com nota da autarquia barrosã, o acampamento, “possivelmente de carácter temporário ou semipermanente, foi ocupado entre finais do século I a.C. e inícios do I d.C., sendo mais antigo que o vizinho forte de Aquis Querquennis em Bande, Ourense”.
A investigação arqueológica decorreu no âmbito do projeto Finisterrae, financiado pela Comissão Europeia, e foi liderada pelo arqueólogo João Fonte, da Universidade de Exeter. Contou, ainda, com o apoio financeiro e logístico do município de Montalegre, da Junta de Freguesia de Tourém, do Ecomuseu de Barroso e do Concello de Calvos de Randín, na vizinha Espanha.







