Quinta-feira, 25 de Abril de 2024
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Animação de Natal agita centro da cidade

Até ao final do ano, os flavienses e visitantes têm disponível um programa diversificado com comemorações natalícias, teatros, concertos, convívios e um mercadinho, onde não falta o Pai Natal.

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A animação de Natal na cidade de Chaves pretende potenciar o incremento de dinâmica nas ruas e no comércio. Além da dinamização económica, o objetivo do município é “tornar esta quadra o mais especial possível”, para miúdos e graúdos, atraindo, ainda, turistas e visitantes ao concelho.

No Largo General Silveira, no tradicional Mercadinho de Natal, há, até 24 de dezembro, animação característica desta quadra festiva, doçaria típica, chocolataria, passando pela padaria, os frutos secos, o artesanato e produtos termais.

Os mais novos poderão visitar o Pai Natal e os seus amigos, assim como escrever cartas que podem deixar num marco de correio.

Concertos de Natal por bandas e orquestra locais, espetáculos de dança e teatro infantil são outras das atividades desta quadra, que terminam dia 31 com o concerto de fim do ano pela Orquestra Costa Verde e um espetáculo pirotécnico.

Para o presidente do município de Chaves, Nuno Vaz, este programa “é também uma forma de estimular as pessoas a saírem à rua, estarem no espaço público e usufruírem deste período natalício com momentos mais luminosos e que contribua para que as pessoas façam compras no período de Natal, desejavelmente no comércio local, porque isso tornará a economia mais resistente, resiliente e capaz”.

O autarca salienta que “o período de Natal é a quadra que quase induz a uma espécie de estado de felicidade. É um período em que a família, em regra, se concentra, se reúne e em que paramos a intensidade das nossas vidas. É uma altura de balanço para nos podermos preparar para o próximo ciclo anual”.

Para 2023, Nuno Vaz acredita que vai ser necessário um esforço coletivo para enfrentar as dificuldades que se anteveem. “Sabemos que o próximo ano se afigura como sendo difícil, não só com a guerra e a barbárie que isso implica, mas também com as dimensões económicas e sociais que resultam, em primeira mão, para os envolvidos diretamente, mas também para todo o mundo, em particular para a Europa e sempre com uma incidência mais intensa nos que menos têm. O propósito para o próximo ano é que nós, enquanto comunidade, possamos ser verdadeiramente solidários e ajudar, nas condições de cada um, para que o ano seja menos complicado”, afirma. E isso, sustenta, “tem de ser uma responsabilidade assumida com a ajuda de todos: Governo, administração regional, municípios, freguesias, IPSS, empresas, setor social e cidadãos individuais”.

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