Em comunicado, os autarcas consideram que esta transformação do IPB em universidade representa um “passo estratégico para o reforço do ensino superior”, para o desenvolvimento do território e para a coesão territorial do país.
Esta posição foi reiterada na reunião do Conselho Intermunicipal realizada na quarta-feira (11 de março), onde os presidentes de câmara voltaram a manifestar o seu apoio a esta pretensão e a defender a sua concretização.
Para CIM-TTM, o IPB tem desempenhado, ao longo das últimas décadas, um “papel determinante na qualificação de recursos humanos, na dinamização da economia e na afirmação científica e académica do território”.
Numa região marcada por desafios demográficos e por persistentes assimetrias territoriais, a CIM-TTM sublinha que a instituição “tem sido também um fator essencial de atração e fixação de população jovem e qualificada”, contribuindo igualmente para o desenvolvimento de projetos de investigação, inovação e cooperação internacional.
A CIM-TTM considera ainda que estão reunidas todas as condições necessárias para a passagem do IPB a universidade e que tal representará um “marco” para o futuro do território, reforçando o papel do conhecimento, da ciência e da inovação na promoção da coesão territorial e na valorização do interior do país.
O IPB já aprovou a proposta de transformação da instituição em universidade, considerando estar “plenamente reunidas as condições académicas, científicas, organizacionais e financeiras exigidas pelo Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES)”.
A proposta foi aprovada “por unanimidade” na reunião do Conselho Geral realizada a 2 de março, após parecer igualmente favorável e unânime do Conselho Permanente e do Conselho Técnico-Científico da instituição.






