Em comunicado à imprensa, o presidente da Câmara Fernando Queiroga informa que o processo de mineração está pendente da “publicação e consulta pública do Estudo de Impacte Ambiental”, mas que a autarquia é contra qualquer exploração no concelho. Esta posição deve-se à “destruição de uma parte significativa do vasto património natural e paisagístico da região” e aos danos que a atividade mineira acarreta às populações.
O autarca agradeceu “o interesse e tomada de posição” das pessoas e dos movimentos “envolvidos na defesa dos interesses das populações e na salvaguarda do património natural e paisagístico do Barroso”.
A audição, solicitada pela associação, contou com os representantes Vítor Afonso e a José Manuel Arantes, com o presidente da associação Unidos em Defesa de Covas do Barroso, Nelson Gomes, e com o responsável pela associação ambiental e Cultural Celtiberus, Nuno Teixeira.



