Segunda-feira, 26 de Fevereiro de 2024
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Buscas na residência oficial do primeiro-ministro relacionadas com lítio de Montalegre

O Ministério Público está a investigar crimes de tráfico de influência e corrupção no caso da exploração de lítio em Montalegre, assim como no hidrogénio em Sines.

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A PSP está a realizar esta manhã buscas na residência oficial do primeiro-ministro e nos Ministérios do Ambiente e Infraestruturas. Segundo o jornal ECO, em causa estão dois projetos, o de extração de lítio em Montalegre e da central de hidrogénio verde em Sines. Processos que levaram o Ministério Público a investigar eventuais crimes de tráfico de influência, corrupção (ativa e passiva), e outros crimes económico-financeiros, como participação económica em negócio e recebimento indevido de vantagens.

Já de acordo com o jornal Público, foram detidos esta manhã o chefe de gabinete de António Costa, Vítor Escária, o consultor do primeiro-ministro, Diogo Lacerda Machado, e também o presidente da Câmara de Sines, o socialista Nuno Mascarenhas.

O Ministério Público investiga alegadas irregularidades na concessão à exploração de lítio, em Montalegre, que foi dada à LusoRecursos e acabou por ser revogada. O ministro do Ambiente e Ação Climática à época, João Matos Fernandes, afirmou, na altura, que houve “falta de profissionalismo” por parte daquela empresa.

O negócio que garantiu à Lusorecursos a exploração da mina de lítio em Montalegre, apesar de a empresa não fazer parte do grupo de empresas com direito de prospeção, está assim a ser escrutinado.

Em janeiro, a Procuradoria-Geral da República já tinha confirmado que a investigação aos negócios do lítio e do hidrogénio verde estava em curso, mas na altura que não havia arguidos constituídos.

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