Sábado, 13 de Agosto de 2022

Chefe de Gabinete – O braço direito do presidente

É, provavelmente, a peça fundamental de qualquer mandato.

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Ser chefe de gabinete é ser o braço direito do presidente e é ter a responsabilidade de coordenar as atividades de toda a equipa.

Contudo, ao contrário do que se pensa, esta é uma profissão muito desafiadora e muito exigente, onde confiança é uma das palavras chave.

Por ser o braço direito do autarca, o chefe de gabinete tem de conquistar a confiança de todos à sua volta para poder ser a ponte entre o presidente, a sua equipa e o povo. Talvez por isso, na maioria dos casos, o autarca lhe dê total responsabilidade para comunicar decisões ou acompanhar e coordenar certos trabalhos.

Mas, por ser um cargo de elevada importância, tudo aquilo que o chefe de gabinete fizer estará a ser avaliado por quem “está de fora”, ou seja, ele tem de dar o exemplo. Ser incoerente é péssimo para a imagem do executivo. Se, por exemplo, fala da importância de cumprir prazos, ele é a primeira pessoa a ter de o fazer. Além disso, quebrar promessas é, talvez, o primeiro passo para que as pessoas à sua volta percam a confiança nele, por isso, só se deve comprometer caso tenha a certeza que consegue, efetivamente, cumprir.

O chefe de gabinete não é apenas uma pessoa que dá apoio político, mas sim alguém que deve desenvolver estratégias para que o mandato seja eficiente. Um bom chefe de gabinete está sempre atento ao que pode acontecer e não se foca apenas no presente. Para isso, tem de estar por dentro do momento político e económico atual, informar-se todos os dias e ter contactos que possam ser úteis.

Mas o mais importante é, sem dúvida, dar feedback à população seja por email, telefone ou presencialmente. Este é, talvez, o maior desafio de qualquer mandato.
Importa referir que o chefe de gabinete é uma escolha de quem é eleito, ou seja, é um cargo de confiança política. Quando o presidente termina as suas funções, quer porque abandonou o cargo, quer porque perdeu as eleições, termina também a ligação do chefe de gabinete à autarquia.

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