“Saúde para mim e para toda a gente, e que acabem estas guerras que andam a matar gente inocente”, pediu Fernanda Gonçalves, de Alijó.
Também Mário Vilela, de São Martinho de Anta, disse que o mais importante é “o bem-estar das famílias”, assim como António Júlio, de Carlão, que admitiu que “se houver saúde, já há tudo”.
Omar Ferreira, São Martinho de Anta, é mais detalhado na sua resposta. “Que continue a haver progresso e que se aperfeiçoe a democracia”, disse explicando que “há muita coisa mal neste país” e que “deveria de haver muito mais rigor e controlo sob as coisas, porque, infelizmente, há muita gente a governar-se bem e há muita gente a sofrer e muito pobre por causa da política”.
Além disso, o homem também pediu que “as coisas funcionem bem a nível de saúde”, sendo que confia “muito nos serviços públicos, porque temos muito bons médicos para tratar bem as pessoas”.
Lurdes Ruivo, de Sabrosa, pediu, de forma direta, “saúde, paz e amor”, assim como Marília, Cristina e Rosalina que pediram “amor, paz e prosperidade”.





