A essa fatalidade, acresce a lengalenga da televisão que, em vez de ocupar esse tempo nobre com notícias animadoras, positivas e reconfortantes, quase só fala de roubos, de mortes, de assaltos, de fraudes que diariamente ocorrem de uma ponta à outra do país. Terminam, invariavelmente, da mesma forma: «a Judiciária, já tomou conta da ocorrência»…
Uma hora depois:
– «Os assaltantes foram capturados e levados a tribunal. Mas o juiz mandou-os em liberdade com a obrigação de apresentações semanais».
O povo diz que nem oito nem oitenta. O meio-termo seria o ideal, tanto em democracia como no autoritarismo. Não entrando aqui na lepra social que nos aflige e que nenhuma autoridade consegue travar que é a
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