O Ministério Público (MP) quis confrontar David Teixeira (ex-vice-presidente) com mensagens e emails trocados à data dos factos, uma decisão contestada pelo advogado de defesa do ex-presidente de câmara, Orlando Alves, e apoiada pela defesa de pelo menos mais seis arguidos.
Em causa está, segundo Tiago Bastos, o facto de se tratar de “prova proibida” uma vez que o MP terá tido acesso às mensagens e emails recolhidos dos telemóveis dos arguidos sem intervenção do juiz de instrução criminal, motivo pelo qual o advogado pediu nulidade da prova.
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