Por estes dias, as aldeias transmontanas enchem-se de gente e alegria, onde não faltam as festas populares e os convívios. Palmira Silva, de 81 anos, esteve a viver no Luxemburgo muitos anos. Agora, divide o ano entre Torre do Pinhão e Luxemburgo, onde tem as filhas emigradas. E quando está na aldeia faz questão de ajudar na confeção da comida. “Venho sempre ajudar. Faço um bom caldo verde e de cebola. No fim, ainda lavo a louça, eu gosto de ajudar, sobretudo estes jovens, que merecem”.
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