Domingo, 24 de Outubro de 2021
Eduardo Tavares
Presidente da Câmara Municipal de Alfândega da Fé

Encarar o presente com os olhos postos no futuro

São tempos excecionais estes que hoje vivemos. A pandemia de COVID-19 entrou de rompante nas nossas vidas, obrigando-nos a modificar as nossas formas de trabalhar, de agir, de nos relacionarmos, no fundo está a alterar a nossa forma de viver. Na autarquia de Alfândega da Fé, estivemos desde o início atentos a esta problemática, procurando […]

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São tempos excecionais estes que hoje vivemos. A pandemia de COVID-19 entrou de rompante nas nossas vidas, obrigando-nos a modificar as nossas formas de trabalhar, de agir, de nos relacionarmos, no fundo está a alterar a nossa forma de viver.

Na autarquia de Alfândega da Fé, estivemos desde o início atentos a esta problemática, procurando medidas que protegessem a nossa população do contágio, garantindo a máxima segurança de todos. Os serviços da autarquia tiveram que ser adaptados para garantir a segurança dos colaboradores e munícipes, sem descurar a manutenção de serviços essenciais para a população, nomeadamente os serviços de ação social, tão importantes para muitas famílias nesta fase.

Desde cedo que a população alfandeguense se mostrou compreensiva e solidária com todas as medidas e decisões locais e nacionais. Também as nossas instituições têm tido um papel exemplar na prevenção de contágios e nas condutas e comportamentos adoptados.

Até à data não existe no nosso concelho qualquer cadeia de transmissão mas temos que estar preparados para a eventualidade de isso vir a acontecer. Estamos a trabalhar ativamente em parceria com as associações, IPSS’S, Bombeiros, empresários e todas as forças vivas do nosso concelho para travar esta doença.

Trabalhamos no presente a pensar sempre no futuro. A nossa preocupação são também todas as famílias, todos os produtores e empresários locais que, por via desta situação, poderão vir, ou já estarão a enfrentar dificuldades. Sem descurar a atual situação de crise sanitária, estamos a olhar seriamente para a possível crise económica e social, que nos afetará a todos, mas em especial a quem teve que encerrar estabelecimentos comercias, parar atividades, cancelar negócios ou ficou desempregado.

O maior bem de uma comunidade são as pessoas. É por este bem maior, os alfandeguenses, que continuamos a trabalhar, a superar as dificuldades e a procurar soluções para os problemas atuais e do futuro.

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