O povo português necessita de líderes com os pés bem assentes na terra, é certo, mas líderes que não queiram juntar as fraquezas próprias àquelas que, de um modo geral, já caracterizam a Nação.
Por outras palavras, se, por um lado, não me surpreende o quadro negro traçado, por Mário Soares, na crónica intitulada “Pobreza e desigualdades” (in Diário de Notícias, de 27 de Maio) é triste, desgastante e não serve de exemplo observar também que, paralelamente, alguns dos candidatos a líder do país persistem num discurso egocêntrico, vitimizado e continuamente repescado, sem que se saiba muito bem quais as reais intenções, perante os problemas da sociedade.
Objectivamente não me interessa, enquanto cidadão, que a comunicação social
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