Sendo a justiça geral e abstracta, passando a maior parte das vezes despercebida, nem por isso Vila Real deixou de ser diferente, na semana que passou.
O Tribunal local decidiu que uma menina, de 6 anos de idade, a qual vive com os pais afectivos, desde os seus 25 dias de vida, deveria ir habitar com a mãe biológica. Sem mais… ou melhor. Face à hipotética possibilidade desta decisão não poder vir a ser exequível, quiçá porque a menina não o quereria ou porque os “pais afectivos” se poderiam vir a opor, foi-se mais longe. Articulou-se a sua “entrega”, através de uma instituição. Porquê? Porque quem decidiu desta forma poderá dormir mais descansado. Já não haverá
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