“Fui a Vila Nova rebocar um carro que tinha avariado. Eram mais ou menos seis da tarde”, conta, explicando que “aquilo era numa rua um pouco estreita. Parei a carrinha no meio da estrada e baixei o estrado para engatar o carro”.
Até aqui tudo normal, mas “chegou um indivíduo que saiu do carro e começou a mandar vir comigo, porque queria passar”. À VTM, Paulo Pinto disse que lhe pediu para esperar um pouco, “que era uma coisa que não demorava muito tempo”, mas “não aceitou muito bem o que lhe disse e começou a agredir-me”.
“Primeiro tratou-me mal, depois pôs-me as mãos no colarinho e acabou a dar-me pontapés”, acrescenta.
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