Em primeiro lugar, na sequência da própria crise económico-financeira, devido aos elevados níveis de dívida e défice de vários países europeus, houve a necessidade de implementar um rigoroso plano de austeridade um pouco por toda a região. Por ventura, mais do que rigoroso, revelou-se um plano duro e carrasco para as economias, que entraram num percurso longo de recessão e que procuram agora lentamente e a custo ultrapassar. Seguiu-se o conflito entre a Ucrânia e a Rússia, a crise dos refugiados no Mediterrâneo que o transformou numa autêntica vala comum, o braço-de-ferro entre os credores e a Grécia, ou até, numa escala mais global, o aparecimento descontrolado de um estado islâmico radical, ISIS, que alastrou
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