Coincidência ou não, estes últimos tempos têm sido férteis em notícias relacionadas com a (in) segurança do cidadão, seja ela objectiva, resultante de acontecimentos em que foram vítimas, ou subjectiva, esta última proveniente do medo gerado por factos que aconteceram a outras pessoas.
Neste contexto, destaco dois acontecimentos recentes.
Por um lado, as declarações do Inspector-Geral da Administração Interna (IGAI); e, por outro, os resultados de um estudo, levado a efeito pela DECO, sobre a percepção do cidadão relativamente à confiança depositada nas estruturas policiais.
Para Clemente Lima, as forças de segurança nacionais (GNR e PSP) tratam o cidadão como um inimigo. Movem-lhe perseguições «… por motivos inadequados» e depositam, na sua acção, uma dose acentuada de
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