Apresentada como a “Adega do Futuro”, a nova unidade foi concebida para vinificar cerca de oito mil toneladas de uvas por ano, provenientes de aproximadamente 800 viticultores de seis concelhos da região duriense, integrando a Agenda Mobilizadora Vine & Wine Portugal, financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
Segundo Jorge Dias, diretor-geral da Granvinhos, o projeto representa mais do que uma infraestrutura industrial. “A Adega do Cedro é muito mais do que uma nova adega. É a concretização de uma visão e de um projeto que chamámos Adega do Futuro”, afirmou, destacando que a iniciativa resulta de um esforço conjunto de cerca de 50 parceiros públicos e privados, que permitiu mobilizar aproximadamente 86 milhões de euros para acelerar a transição energética, ecológica e digital da fileira vitivinícola portuguesa.
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