Segundo José Salcedas, comandante dos Bombeiros Voluntários da Cruz Verde, o edifício é composto por diferentes espaços. Numa zona mais baixa, junto à estrada, numa espécie de cave existe uma habitação ocupada por uma pessoa que não se encontrava no local quando o incêndio deflagrou. Ao nível da estrada funciona uma loja de móveis, que não foi afetada, enquanto o piso superior corresponde ao andar atingido pelas chamas. “O incêndio ficou circunscrito apenas e só a esse andar superior”, explicou, sublinhando que estão em causa “só danos materiais naquele piso”.
O piso superior da habitação encontrava-se desabitado há cerca de dois anos e, segundo o comandante, pertencia a uma pessoa que terá falecido. O apartamento não tinha água nem gás, embora ainda tivesse eletricidade ligada.
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