Consequentemente, é alvo de constante investigação e evolução das estratégias terapêuticas.
Para além do surgimento de novos tratamentos, como a imunoterapia, os inibidores das ciclinas e os anticorpos conjugados, tem-se verificado um desenvolvimento marcado na subdivisão de grupos dentro do cancro da mama, associado a um maior conhecimento da biologia desta doença e à identificação de novos biomarcadores, possibilitando uma progressiva individualização do tratamento adequado a cada doente.
Atualmente, no cancro da mama precoce com recetores hormonais positivos, subtipo que representa a maioria dos diagnósticos, é possível definir um subgrupo de casos nos quais pode ser evitado o tratamento com quimioterapia, não só através de variáveis clínicas, mas também com o recurso a testes genómicos mais recentes. O uso destas ferramentas que analisam a atividade de vários genes no tecido tumoral, permite-nos dar mais um passo em direção a uma medicina de precisão e mais personalizada, reduzindo a necessidade do uso de quimioterapia, sem abdicar da eficácia do tratamento.
Este facto é particularmente importante no cancro da mama, visto que este apresenta uma das taxas de sobrevivência mais elevadas entre todas as neoplasias malignas, sendo crucial a preocupação com as toxicidades associadas aos tratamentos e a qualidade de vida no longo prazo, sempre sem prejudicar o caminho realizado nas últimas décadas e que permitiu atingir estas elevadas taxas de sucesso.
Para este sucesso continuam a contribuir também outros fatores essenciais, em especial o rastreio adequado e o diagnóstico precoce, principal determinante da estratégia terapêutica e da taxa de sobrevivência.
Portanto, atualmente, a vigilância adequada, o diagnóstico correto e a abordagem individualizada são imprescindíveis na obtenção dos melhores resultados possíveis no tratamento do cancro da mama.
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