Hoje, o valor da Vida não está tanto no sistema de valores e de critérios normativos adoptados – paradigmas que devem reger uma sociedade e nortear o sentido de vida da pessoa – mas, mais, na preocupação desmedida e cega de lutar por uma variedade de prazeres sensoriais e narcísicos. De facto, a falta de princípios e objectivos que tem caracterizado o nosso sistema educativo, tem ocultado, significativamente, o sentido da verdade e da Vida, não permitindo a abertura recíproca e a aceitação do diferente.
Ora, uma cultura que prime pela ausência de sentido e não tenha em consideração o Outro é, a breve prazo, uma cultura de morte. E, como profecias de uma cultura destas,
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