O concurso público internacional para a construção do Pavilhão Multifunções de Salto foi lançado no final do ano passado, tendo como preço base quase 2,7 milhões de euros, acrescido de IVA, e o contrato de empreitada entre o município e a empresa foi já assinado.
O edifício vai ser construído de raiz num terreno junto ao lar de idosos. É considerada uma infraestrutura necessária para a freguesia, beneficiando a prática desportiva e a realização de eventos culturais.
Entre outros aspetos, vai melhorar as condições de trabalho das equipas de futsal do Grupo Desportivo e Cultural de Salto, já que os atletas, seniores e de camadas jovens, têm de treinar ao ar livre num campo no Torrão da Veiga ou em pavilhões “emprestados”, não só o de Montalegre como de Boticas, Ribeira de Pena, Pedras Salgadas e Vila Pouca de Aguiar, onde também jogam.
A própria autarca, Fátima Fernandes, reconhece que o pavilhão “é uma necessidade absoluta, que temos obrigação de colmatar, porque não é justo que os atletas, há muitos anos, tenham de andar a “correr Ceca e Meca” para jogar, dependendo da generosidade dos vizinhos”.
O pavilhão servirá também a população escolar, em atividades educativas, e o lar para que os idosos possam praticar atividade física, possibilitando também uma ligação intergeracional.
Será, no fundo, um espaço multifuncional para acolher iniciativas diversas, promovendo também o envolvimento cívico e cultural da população.
O prazo para execução da obra é de 540 dias, prevendo-se assim que o pavilhão esteja pronto no próximo ano.




