Quinta-feira, 11 de Agosto de 2022

Para cá do Marão…

As dinâmicas migratórias das últimas décadas têm vindo a definir profundas alterações da estrutura social, económica e do ordenamento do território do país. Este processo de concentração da população numa faixa litoral, só por si, não se irá inverter, pelo que a desertificação do interior não se resolverá sozinha.

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Obrigatoriamente, cabe ao Estado o papel decisivo de impulsionador de estratégias que possam inverter esta tendência. Facilmente se percebe que o encerramento de serviços públicos, de tribunais, de escolas, de centros ou de extensões de saúde, ou que a adoção de políticas de dispensa de funcionários públicos não irá de modo algum contribuir para a inversão dos desequilíbrios existentes. Têm de ser implementadas políticas corajosas de investimento e de discriminação positiva que criem as condições necessárias ao seu desenvolvimento.

Contudo, estes territórios também não podem ficar simplesmente à espera que surja uma solução milagrosa. Os agentes locais e regionais têm de dar contributos decisivos neste sentido, criando um grupo de interesses legítimo em defesa destes territórios,

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