Foi por volta das 8h00 que os bombeiros da Cruz Branca receberam o alerta. Segundo o comandante, Orlando Matos, “os meios, quando chegaram ao local, verificaram que o incêndio localizava-se no quadro técnico, no exterior do edifício”.
De acordo com o mesmo responsável, “o quadro técnico comporta não só os dispositivos elétricos, como também o dispositivo de gás, havendo uma fuga com chama ativa”.
“A preocupação foi fechar a torneira de gás na válvula principal, uma vez que o redutor estava em chamas”, explica Orlando Matos, dando conta que, entretanto, “o incêndio propagou-se ao interior do edifício, pelo teto, acima dos detetores de incêndio”.
Devido ao material inflamável “existente entre o teto e o telhado, o fogo propagou-se por todo o edifício”.
Tal situação, dificultou a atuação dos bombeiros, que “tiveram de entrar no edifício com material respiratório”, indica o comandante, acrescentando que “foi necessário deitar algumas placas do revestimento abaixo para detetar a chama e, ao mesmo tempo, fazer a extinção da mesma”.
Segundo Orlando Matos, “o edifício não tem condições para ser utilizado no momento”, que “ficou danificado devido ao fumo e à água utilizada no combate ao incêndio”.
Apesar de tudo, “não há feridos a registar”. A PJ foi chamada ao local e vai investigar o caso. “O incêndio, como começou no exterior, foi detetado tardiamente por uma funcionária, porque os sistemas de alerta não dispararam”, refere Orlando Matos.
No local estiveram 22 operacionais, apoiados por cinco viaturas.




