Em declarações à VTM, o diretor explicou que há duas razões para que o plano não seja concretizado. “Falta vontade política do Poder Central. Quando se avançou para a construção da barragem ficou estabelecido, para com o território, a promessa de se avançar com esse sistema, que é uma das principais medidas de compensação pela construção da barragem”, esclareceu, adiantando que a barragem “está a funcionar, a produzir energia, mas uma das principais medidas de compensação não avançou”.
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