O júri do Prémio D. Diniz, composto por Fernando Pinto do Amaral (presidente), Pedro Mexia e Mário Cláudio, distinguiu, entre as obras publicadas em 2023, Carlos Ascenso André pela sua tradução de Arte de Amar, de Ovídio (Quetzal) e, entre as obras publicadas em 2024, J. Rentes de Carvalho, pela sua obra Cravos e Ferraduras (Quetzal).
A nova versão de Arte de Amar, de Ovídio, destaca-se como a primeira tradução portuguesa feita diretamente do original latino e publicada em edição bilíngue. Esta obra insere-se num notável movimento editorial de regresso aos clássicos, revelando ao leitor contemporâneo toda a riqueza e complexidade do verbo “amar”, tal como o concebeu Ovídio, da sedução à transgressão, da liberdade à obsessão, do prazer à sátira.
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