Terça-feira, 27 de Julho de 2021
Barroso da Fonte
Escritor e Jornalista. Colunista n'A Voz de Trás-os-Montes

Presidente da Liga dos Combatentes reconhece a minha paternidade

“A Liga dos Combatentes procura louros alheios” e produzindo-o na sequência da recente cerimónia evocativa dos 25 anos do Monumento aos Combatentes do Ultramar, queira aceitar a nossa perplexidade e desconforto face às afirmações por si produzidas, bem como a nossa estranheza em saber que esse seu documento foi enviado a várias entidades que integram a […]

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“A Liga dos Combatentes procura louros alheios” e produzindo-o na sequência da recente cerimónia evocativa dos 25 anos do Monumento aos Combatentes do Ultramar, queira aceitar a nossa perplexidade e desconforto face às afirmações por si produzidas, bem como a nossa estranheza em saber que esse seu documento foi enviado a várias entidades que integram a “Comissão Executiva do 10 de junho– 2019”. Permita-nos, ainda, recordar ao Homem Público e Sócio fundador da ANCU, algumas das etapas encetadas que conduziriam à inauguração do “Monumento aos Combatentes do Ultramar”, monumento que lhe deve a si a ideia original de ser erguido, o que nunca foi posto em causa, mas que o desenvolvimento do processo de construção poderá ter relegado para plano secundário a “paternidade da ideia”, o que, parece, terá sido demasiado marcante para si.”

E a concluir, remata o General Chito Rodrigues:

«Em síntese conclusiva, a LC pode adiantar que o Senhor Barroso da Fonte teve a ideia da construção de um Monumento que veio a concretizar-se sem a devida homenagem ao Homem que a “idealizou”, facto que se depreende da sua alusão ao sucedido. Por seu lado, a Liga dos Combatentes teve a ideia de agregar o movimento associativo gerado em redor do Combatente, não logrando nem efeitos práticos nem mérito, granjeando sim “antipatia” e por consequência, nenhum reconhecimento, também manifestado por outras razões em documentos, por si escritos, onde manifesta a sua “antipatia” para com a LC e seu atual Presidente, tal como fez com o seu antecessor, General Altino de Magalhães”.

O presidente da Liga dos Combatentes teve o cuidado de reler o Jornal Sentinela, mais tarde Voz do Combatente. Através desse Boletim, que foi uma espécie de «Ordem do dia» da ANCU, aprendeu a ser organizado, a ver retratado tudo aquilo que é essencial numa associação que criou uma estrutura que honra os seus associados, honra o percurso militar dos seus membros, enquanto cumpridores de um serviço cívico; e não tolera inverdades, nem abusa de obras alheias para placard de exibicionismo individual.

A carta que me enviou e à qual não respondi, a quente, para não alterar o tom de voz a um superior, desiludiu-me quando escreveu mais uma falsidade que justificarei na próxima edição.

 

“Registo que não tenho o prazer de o conhecer pessoalmente, mas apenas através das suas dicotomias com o General Altino de Magalhães. Gen. Joaquim Chito Rodrigues”

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