Por aqui, a oferta formativa é diversificada, desde o ensino regular ao ensino profissional, e a aposta em projetos internacionais, como o Erasmus+, continuam a ser uma aposta forte.
“Neste momento, temos três alunos a fazerem o seu estágio profissional em entidades do sul de Espanha. São alunos de informática de sistemas”, refere o diretor do agrupamento, admitindo que “a nossa acreditação profissional com os Erasmus foi com o intuito de abrir essa vertente de formação em contexto de trabalho fora de Portugal, para os alunos que assim quisessem”.
No atual ano letivo foram apenas três a mostrarem essa intenção, e a fazê-lo, mas Carlos Peixoto acredita que “no próximo ano letivo, até porque teremos um financiamento maior, vamos conseguir colocar mais alunos a fazer este tipo de estágios”.
“Este ano, como nunca tínhamos tido alunos a estagiarem no estrangeiro, quisemos ver, também, como seria a experiência. Para já, está a correr tudo bem, eles estão a gostar”, afirma.
Nesta área do Erasmus, o agrupamento tem parcerias com escolas da Alemanha, Itália, França, Chéquia, Espanha, Suécia, Turquia, entre outras.
OFERTA FORMATIVA
“Neste momento, temos três alunos a fazerem o seu estágio curricular em entidades no sul de Espanha. Estão a gostar e é um projeto para continuar”
CARLOS PEIXOTO
DIRETOR DO AGRUPAMENTO
Para o ano letivo que se avizinha, o Agrupamento de Escolas D. Sancho II vai manter a oferta educativa no que concerne ao ensino regular. “No ensino secundário temos as Ciências e Tecnologias, as Línguas e Humanidades e as Ciências Socioeconómicas”. Quanto à turma de Artes Visuais, lembra que abriu há três anos, “porque tivemos um nicho de alunos que demonstrou vontade em seguir essa área. Pedimos autorização à DGEstE para abrir esse curso e foi-nos concedida, caso contrário teriam de ir para Vila Real”.
Quanto ao ensino profissional, “vamos manter o curso de Técnico de Turismo”, ao qual se juntará “o curso de Técnico de Informática de Gestão”, revela Carlos Peixoto, uma escolha que tem por base “o estudo de mercado que fizemos e que dá conta daquilo que o concelho e a região precisam, mas também aquilo que os alunos preferem”.
“Não faz sentido apostar num curso que à partida se sabe que não terá os alunos suficientes para abrir uma turma. São necessários seis a oito alunos, no mínimo, o que nem sempre se consegue”, indica, confessando que “temos vindo a crescer no que diz respeito aos cursos profissionais”. Para Carlos Peixoto, é sinal de que “o ensino profissional já é visto com outros olhos, felizmente”, até porque “além de terminarem o secundário com uma formação, estes alunos podem prosseguir estudos, para a universidade. E é isso que temos vindo a notar”.






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