Psiquiatras, neurologistas e psicólogos precisam-se (em quantidade)

Quem está atento aos competitivos noticiários das TVs, de um modo generalizado, talvez tenha de concordar com o título que encabeça este pequeno texto de reflexão. Parte das vezes, não oiço tudo. Chego a certo ponto que me sinto alto saturado e já menos bem disposto, tão negativas são as notícias, sobretudo as imagens, a […]

Quem está atento aos competitivos noticiários das TVs, de um modo generalizado, talvez tenha de concordar com o título que encabeça este pequeno texto de reflexão.

Parte das vezes, não oiço tudo. Chego a certo ponto que me sinto alto saturado e já menos bem disposto, tão negativas são as notícias, sobretudo as imagens, a nível nacional e internacional. Embora realistas, as notícias de carácter negativo são em muito maior número que as positivas e muito mais exploradas e repetidas. Parece que há prazer – ou terá de ser mesmo assim? – em “baterem, cada vez mais, no ceguinho”!

Esta chocante realidade poderá ter muitos significados. Vou referir-me só a alguns (respeitando o espaço concedido).

1.º: O

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