Já no Boletim Económico de Verão do Banco de Portugal se anunciava a boa nova. A economia portuguesa cresceria cerca de 2%, continuando a ser impulsionada, do lado da procura, pelo aumento das exportações e, pelo lado da oferta, pelos ganhos de produtividade, responsáveis por sensivelmente dois terços do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).
Contudo, no dia-a-dia, o cidadão comum tem alguma dificuldade em sentir esta retoma. Por um lado, e ainda que a produtividade tenha aumentado, Portugal é o país da União Europeia que apresenta um maior aumento do desemprego. Segundo o Relatório de Agosto do EuroStat, da Zona Euro, apenas a Grécia (8,4%), França (8,6%) e a Eslováquia (11,1%) apresentam uma taxa pior
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