Não é a primeira vez que casos destes acontecem, já “há anos, não sei precisar quando, foram várias pessoas, também, afetadas, entre elas estava eu, e foram quase 30 castanheiros que nos cortaram. Vizinhos, familiares e várias pessoas que conheço foram afetadas por este ato de vandalismo”, refere Sandra Mesquita, proprietária de soutos naquela zona.
Um ato recorrente que não parece escolher ninguém em concreto. São feitos cortes aleatórios, acredita-se que com “um machado ou catana”, em várias árvores dos soutos, a toda a volta do tronco, para causar um atraso da planta, ou levá-la à morte.
A verdade é que só naquela zona acontece este fenómeno, sendo que, mesmo pessoas que vivem em aldeias vizinhas, são afetadas, apenas, naquela aldeia.
A GNR de Vila Pouca de Aguiar foi contactada pela VTM e declarou que já foram formalizadas as queixas, sendo que procederão à fase de inquérito e investigação, mas não há, para já, nada a acrescentar. A VTM tentou, também, entrar em contacto com o diretor executivo de baldios e o presidente da junta de freguesia, mas o mesmo não foi possível.
Notícia desenvolvida na edição de 29 de setembro




