Levadas do Alvão
Os trilhos das Levadas do Alvão, uma marca já registada, são um convite para os amantes da natureza e caminhadas. Estes percursos ímpares permitem a contemplação de paisagens deslumbrantes, cascatas e a fauna e flora exuberantes da região, tornando-se um ex-libris do turismo de natureza em Mondim de Basto.
As cinco levadas, que noutros tempos eram canais de abastecimento de água, são promovidas através de uma plataforma ‘online’ dedicada, para facilitar a visitação. Nela encontram-se conteúdos de informação e ações de divulgação da rede que inclui as levadas de Piscaredo, Vilarinho, da Porca Russa, do Moinho do Lombo e a de São João.

Todo este trabalho, permitiu avançar com uma candidatura ao Turismo de Portugal para dar continuidade ao projeto. “O trabalho de casa foi feito: investir na identificação do financiamento” e, recentemente, o Município de Mondim de Basto viu aprovada uma candidatura no valor de 551.483 euros. O projeto tem em vista melhorar o acesso, o percurso e sinalizar as levadas, com obras de recuperação de pequenos muros, travessias, barras de segurança e a colocação de sinalética. O financiamento vai ainda contribuir para uma promoção “mais robusta” das levadas do Alvão, para que estas ajudem a combater a sazonalidade no turismo.
FISGAS DE ERMELO
As Fisgas de Ermelo são uma das maiores quedas de água de Portugal e atraem visitantes de todo o país. Este local de rara beleza oferece várias opções para os aventureiros e amantes do ecoturismo, consolidando-se como um ponto de referência do Parque Natural do Alvão.
Mais recentemente, o miradouro das Fisgas de Ermelo, que resulta de uma candidatura ao Turismo de Portugal, tornou-se num projeto delicado, pelo local onde está a ser desenvolvido e pela exigência natural para a sua execução. Os requisitos “estão a ser cumpridos, e todo o processo de execução deverá ser analisado como um todo e não parcialmente”, segundo a autarquia.
O município esclarece que não existe perfuração no solo, que a base da estrutura está assente em borracha de neoprene e que haverá revestimento em xisto. Todas estas exigências, acrescidas do cumprimento das regras para a mobilidade reduzida na plataforma, têm contribuído para que a plataforma ainda não esteja disponível. “O município permanece empenhado para que no próximo verão seja mais uma atração turística disponível no concelho”.
A câmara destaca a importância deste projeto, que vai não só para permitir que pessoas com mobilidade reduzida possam visitar e admirar a beleza da cascata, mas também para que qualquer visitação possa ser feita em total segurança.




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