Em declarações à VTM, Rui Paredes lamenta que da parte do Governo ainda não tenha havido “uma efetivação” daquilo que é a Lei n.º 28/2024, que restaurou a Casa do Douro como associação pública de inscrição obrigatória.
“Não sei quanto tempo mais vou aguentar isto, porque estamos fragilizados, sem meios financeiros, sem estrutura funcional e as competências que o próprio Estado nos atribuiu na Lei n.º 28/2024 estão por operacionalizar”, frisa Rui Paredes, sustentando que uma gestão sem uma dotação orçamental tem sido “muito difícil”, uma vez que são os membros da direção e do conselho regional que têm de pagar algumas das despesas.
“Não vamos aguentar muito mais”, reitera, lembrando que as “coisas estão a atingir um ponto de não retorno e está a entrar em colapso. Não podem ser os membros da direção a pagar despesas do próprio bolso. Isto não faz sentido nenhum quando a própria lei é clara, mas falta operacionalizá-la”.
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