Quarta-feira, 24 de Julho de 2024
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Uma corporação com “capacidade de trabalho e resiliência”

A aquisição de viaturas tem sido uma prioridade dos Bombeiros Voluntários de Vidago (BVV).

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“A atividade operacional tem aumentado bastante”, em particular no transporte de doentes, pelo que há a necessidade “de apostar na renovação de frota”, sublinha Bruno Henriques, comandante há 8 anos.

“Temos adquirido vários veículos, dois ou três por ano para o transporte de doentes, uma ambulância de socorro e um veículo de combate a incêndios”, enumera. Mas, mesmo assim, das três ambulâncias de socorro, precisam de substituir duas, que já têm 15 anos.

“Não conseguimos substituir ao mesmo tempo, vamos ter de comprar uma agora e outra depois, tem de ser ponderado, porque o investimento num veículo desses ronda os 60 mil euros”. Também a frota de incêndios rurais está envelhecida, tendo adquirido um VFCI usado, mas “os outros precisam “de ser renovados”. Contudo, há 11 anos não recebem apoio do Estado para aquisição de veículos operacionais.

“Com as exigências do dia a dia, ter uma primeira resposta profissional, presente no quartel, para diminuir o tempo de resposta, é essencial”

Bruno Henriques – Comandante

Além de fundos próprios, têm conseguido alguma ajuda de beneméritos e a câmara também dá apoio, através de um protocolo e das Equipas de Intervenção Permanente. Ter duas EIP, diz, “é um descanso”, funcionam 12 horas por dia, sete dias por semana, em horários intercalados. “Com as exigências do dia a dia, ter uma primeira resposta profissional, presente no quartel, para diminuir o tempo de resposta, é essencial”, sublinha, acreditando que o futuro dos bombeiros voluntários passa por ter uma força mínima profissional, mas “qualquer sistema de proteção civil assenta em modelos voluntários”.

Conseguir dar resposta a todas as solicitações operacionais é um dos desafios e “nem sempre é fácil”.

Têm Posto de Emergência Médica sazonal, para o verão, para garantir com meios da corporação o serviço do INEM, mas antes as despesas com a emergência “ultrapassavam o que recebiam pelas saídas que faziam”.

As principais características da corporação são “a capacidade de trabalho e resiliência dos bombeiros”.

Nas instalações houve melhorias, mas existe uma candidatura para a eficiência energética à espera de aprovação, no valor de 200 mil euros.


Pode consultar o suplemento dedicado aos bombeiros AQUI

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