Segundo Marco Gonçalves, coordenador do projeto, este “visa, sobretudo, sensibilizar a população em geral para as vivências e vulnerabilidades desta comunidade”, onde se inclui “quer a comunidade cigana, quer a comunidade de imigrantes”, frisou.
O projeto, que conta com o apoio do Alto Comissariado para as Migrações, “incide, sobretudo, em quatro eixos: na formação e educação, na habitação, no emprego e na diversidade.
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