Entre as principais reivindicações, destacam-se o aumento do benefício, a proibição da compra de uvas a um preço inferior aos custos de produção, a obrigatoriedade de celebração de contratos e a valorização da produção da região demarcada do Douro, nomeadamente através da utilização de aguardente regional na produção de vinho do Porto.
Em declarações à VTM, Vítor Rodrigues, dirigente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), explicou que a iniciativa teve como objetivo “reafirmar um conjunto de medidas que consideramos estruturantes para resolver a crise na região demarcada do Douro”, acrescentando que estas respostas são necessárias com caráter imediato.
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