Segunda-feira, 15 de Agosto de 2022
António Martinho
António Martinho
VISTO DO MARÃO Ex-Governador Civil, Ex-Deputado, Presidente da Assembleia da Freguesia de Vila Real. Colunista n'A Voz de Trás-os-Montes

Alguns viraram as costas ao Hino da Europa

Quando no passado dia 1 de julho, na cerimónia de instalação do Parlamento Europeu, que resultou do último ato eleitoral, nos demos conta de que havia deputados a iniciar o seu mandato sentados, ou de costas para a orquestra que interpretava a “Ode à Alegria”, do 4º andamento da 9ª sinfonia de Beethoven, decerto que estranhámos.

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Talvez até nos tenhamos indignado. Afinal, alguns dos eleitos pelos cidadãos europeus, no primeiro ato público, onde a dignidade pelas funções que estavam a assumir e o respeito por aqueles que neles votaram, ou passavam a representar, mesmo apesar da elevada abstenção, devia imperar e sobrepor-se a espíritos mesquinhos, egoístas, para não usar outros qualificativos, viravam as costas ao Hino da União Europeia. Afinal, os ideais que este poema exprime bem podiam ser a expressão do mínimo denominador comum dos representantes dos cidadãos europeus – a liberdade, a paz e a solidariedade. E o poema de Schiller é mesmo conhecido por “Ode à Alegria”.

Se a maioria dos eleitos se manteve fiel a este espírito,

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