Esta iniciativa da Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega e Barroso (CIMAT) teve como tema central o desenvolvimento sustentável e a valorização dos produtos biológicos da região.
No discurso de abertura, Fernando Queiroga, Presidente da Câmara de Boticas, referiu que “para que haja incentivo dos agricultores locais, também é importante que o Governo valorize os territórios do interior do país, nomeadamente a região do Alto Tâmega e Barroso, este último classificado como Património Agrícola Mundial, em 2018”.
Carla Alves refere que “é um evento de enorme importância para esta região, uma vez que estamos na única região do Norte que é uma bio região”.
“A agricultura biológica exige grande capacidade técnica. Ao contrário do que muitos pensam, que é quase não mexer ou não tocar; é necessária uma grande capacidade técnica e um grande conhecimento sobre esta temática”, acrescenta.
Já o Secretário Executivo da CIMAT, Ramiro Gonçalves, foi o responsável por apresentar o memorando da Bio Região Alto Tâmega e Barroso e confessou que “existe uma visão, e a nossa visão sempre assentou neste pressuposto: ver nas dificuldades, oportunidades, pensar ao contrário e pegar naquilo que nós já temos de endógeno”.




