Sexta-feira, 3 de Dezembro de 2021

Apoio convictamente Rui Rio

Apoio convictamente Rui Rio! O momento de exceção que o país atravessa, exige de quem exerce militância no PSD um sentido de responsabilidade individual e livre, mais apurado que nunca.

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Acresce a esta minha convicção pessoal a de cumprir com o desafio que me foi endereçado, desempenhar a coordenação da candidatura do Rui Rio no Distrito de Vila Real. Quero desde já ressalvar que esta minha decisão é toda ela imbuída de um espírito democrático e unicamente construtivo.

A decisão que temos pela frente em primeira instância nas eleições diretas do PSD, é a escolha do candidato a Primeiro-Ministro de Portugal. Estamos perante umas eleições muito particulares, com relevante importância de salvaguardarmos ambos os candidatos aos olhos do País, acima de tudo. Quero desde já frisar, que tanto Rui Rio como Paulo Rangel, são quadros de excelência do PSD e ambos têm um contributo importante para dar ao País. Não está em causa as capacidades individuais de cada um deles, mas sim uma análise pragmática do contexto político atual, que julgo ser manifestamente favorável a Rui Rio, que considero reunir as melhores condições para liderar um projeto reformista e estável que o País tanto necessita. Um dos fatores determinantes para a minha tomada de decisão, enquanto militante, prende-se por não rejeitar as evidências emanadas pelas pessoas que me rodeiam, fora do circuito partidário, que recai vincadamente sobre Rui Rio como sendo a melhor solução para liderar o PSD nas Legislativas 2022. Permitam-me sugerir o seguinte exercício que eu próprio fiz:  questionem fora do partido os vossos familiares e amigos e interpretem a sua mensagem. Julgo que terão a mesma perceção que eu.  Perante isso, é nossa responsabilidade enquanto militantes, cumprir internamente com essa visão emitida pela sociedade civil e do comum eleitor. Só assim, estaremos a prestar um bom serviço ao País.

O quadro político dos últimos anos, teve uma frente de esquerda como nunca houve na história do País, há hoje a plena noção de que esta frente nasceu por si e só morreria por si própria. Quero com isto dizer que é injustificado e injusto apontarem o dedo à ineficácia da oposição, pois é evidente que quanto mais atacada esta frente fosse, mais esta se unia, havendo um contexto de defesa permanente que acabaria por fortalece-los. Há que reconhecer que o combate e queda da apelidada “geringonça” não é algo que vem nos livros (como fazer oposição), pois não há histórico comparativo. Este é um fator relevante! Tenho sérias dúvidas que caso tivesse havido uma oposição mais agressiva, com um tom de voz mais elevado, agarrada a pequenas tricas e alicerçada na espuma dos dias, hoje o PSD não teria o enquadramento de ser a garantia de estabilidade na possível geometria parlamentar, que possa advir do resultado da legislativas 2022.

Importa também salientar que, algumas críticas internas de que o PSD não tem matéria e visão para apresentar ao País, é uma inverdade. O PSD tem uma visão para o País, existe um extenso e robusto trabalho de auscultação desde da base do partido com envolvência da sociedade civil, realizado através do CEN – Conselho Estratégico Nacional. O CEN é uma estrutura de trabalho interno que envolveu milhares de pessoas, nos seus diversos quadrantes e setores, e essa visão será certamente plasmada na estratégia programática que Rui Rio apresentará ao País. O grau de legitimidade programática que Rui Rio tem, proveniente do CEN, é correspondente à dimensão reformista e avanço estrutural que o País necessita. Disso, não tenhamos dúvidas.

Temos pela frente uma decisão com enorme impacto na vida das pessoas, temos uma gigantesca responsabilidade para com o futuro do país, e não podemos correr o risco de sermos incompreendidos pelos Portugueses ao entrarmos em “experimentalismos” a dois meses de eleições legislativas.

As opções são duas, optar pela convicção individual de cada militante ou pelo tacticismo partidário. É precisamente neste ponto que se pode ou não dar início à vitória das legislativas 2022. Se o PSD optar pela convicção da base pode ambicionar a vitória, se optar por tacticismos e estratégias de longo prazo, poderá incorrer num vazio muito complexo.

Quero por último apelar à serenidade e à mobilização, o País necessita de nós.

Acreditem, o país necessita de um líder reformista.

 

Coordenador da candidatura de Rui Rio no Distrito de Vila Real

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